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Notícias

Embaixador visita a PUC-SP

Ex-aluno da Universidade foi recebido na Faculdade de Direito

Dia 8/8, o embaixador do Brasil na Arábia Saudita, Flavio Marega, esteve na Faculdade de Direito a convite do prof. Antonio Marcio da Cunha Guimarães. Marega é formado em Direito pela PUC-SP e foi recebido também pelo diretor da Faculdade, prof. Pedro Paulo Manus Teixeira, pelo assessor de Relações Institucionais da Reitoria, prof. Marco Antonio Marques da Silva, e pelo mestrando em Direito Internacional Frederico Gustavo Straube.

Frederico Straube é nomeado o novo Presidente do Capítulo Brasileiro do Clube Espanhol de Arbitragem

Frederico Straube, Sócio-Fundador do Escritório Straube Advogados, Especializado em Direito Empresarial e Arbitragem/Mediação, acaba de ser nomeado o novo Presidente do Capítulo Brasileiro do Clube Espanhol de Arbitragem. O profissional já era Vice-Presidente da entidade e irá suceder o Dr. Gilberto Giusti.

Straube, que foi Presidente do Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil Canadá (CAM – CCBC) entre 2007 e 2015, tendo ocupado a mesma posição de 1993 a 1995, e como vice-presidente, entre 1999 e 2006; pretende ampliar as oportunidades de contato com a comunidade arbitral brasileira e internacional.

“Meu objetivo será consolidar a presença da entidade no país, já que ela é muito recente aqui, e promove-la não só no Brasil como na América do Sul, mostrando o prestígio que desfruta mundialmente como entidade cultural voltada para a arbitragem”, reforça Straube.

Frederico Straube também é Membro do Comitê Brasileiro de Arbitragem (CBAR); Membro do ITA’s Advisory Board; Membro do Comitê de Regras e de Arbitragem da Associação Latino Americana de Arbitragem (ALARB); Membro do Instituto Brasileiro do Direito da Construção (IBIDIC); International Council for Commercial Arbitration (ICCA); e Societe de Legislation Comparee (SIC).

Autor de diversos artigos e publicações sobre Arbitragem, Frederico Straube é Graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), graduado em Letras Clássicas pela Universidade de São Paulo (USP), Especialista em Direito Tributário e Financeiro pela Universidade de São Paulo (USP), Especialista em Direito Público pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e em Mediação pela Windsor University, em Ontário, no Canadá.

Mais celeridade nas resoluções

Mediação vem para ser uma ferramenta de soluções rápidas nas relações das empresas

Com a realidade multiconectada, virtual e móvel tal qual a dos dias de hoje, cada vez mais o cliente cobra por agilidade em suas relações com as marcas. Tanto que parece ser menos tolerando quando alguma empresa demora a lhe responder em um de seus canais de contato ou em atender suas necessidades. O mesmo ocorre quando um problema surge, ele espera que o outro lado esteja pronto em procurar por alguma solução. Entretanto, quando o problema persiste, em muitos casos, torna-se um processo judicial.

Só que, então, uma nova batalha se inicia: ações do tipo podem levar anos para serem atendidas, envolvendo grandes custos e estresse para todas as partes. É por isso que muito preveem que a Lei de Mediação poderá ser de grande ajuda para as empresas, principalmente aquelas que possuem alto grau de envolvimento com os consumidores e maior risco de tais problemas. Segundo a advogada da Straube Advogados, Adriana Laporta Cardinali, a norma “propiciará maior celeridade na resolução de conflitos e, consequentemente, reduzirá as demandas no Judiciário.”

No caso das questões de consumo, Adriana conta que a alternativa é vantajosa, pois permitirá que o diálogo aconteça mais fácil e, como o intuito é que ambas as partes criem e aceitem o acordo estabelecido, fará com que o desgaste envolvido, assim como os custos sejam muito menores. “E a reparação de danos ao consumidor ocorrerá de forma efetiva”, diz. Assim, entre as expectativas da regra é que ela se torne mais uma ferramenta para as empresas, em prol da solução de problemas com os clientes e de forma mais harmoniosa, evitando que questões sejam levadas para processos judiciais.